Por algum motivo achei que a música tinha a ver com o post.
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Quem se soltar, da vida vai gostar
Costumo dizer que as melhores coisas acontecem quando a gente menos espera, e vivo a minha vida assim, deixando ela me levar, que uma hora essas coisas boas acontecem. Não que eu largue tudo de mão; não espero sentada as coisas boas virem não, mas também não crio expectativas altas sobre nada. Talvez isso possa ser visto como um pouco de pessimismo da minha parte, mas pra mim é uma boa forma de ver e levar as coisas. As vezes eu paro pra pensar na minha vida e vejo como tudo tá ligado de certa forma, como tudo me fez ser quem eu sou hoje, e como praticamente nada aconteceu por uma intenção minha, digamos assim. Eu conheci as melhores pessoas que eu tenho hoje de formas bem inesperadas, e quem eu esperava que fosse permanecer não permaneceu. Hoje eu já não espero mais porque tem gente que se fixa na nossa vida e chega um momento que a gente sabe que não sai mais, enquanto outras são passageiras. Hoje a única coisa que eu espero das pessoas que eu conheço é que eu aproveite o máximo de tempo que tenho com elas na minha vida, que eu aprenda coisas, cresça, e que eu seja feliz, e que consiga fazer isso por elas de alguma forma também. No final das contas tudo acaba sendo só uma lembrança, e eu acredito que tenho que fazer essas lembranças serem as melhores possíveis. Recentemente eu fui pra São Paulo e esses pensamentos passaram pela minha cabeça, e acho que por isso tive esse ímpeto de escrever. Não lembro mais como comecei, nem onde quero chegar, só queria compartilhar alguns pensamentos pessoais. Talvez você não saiba, mas eu moro no Rio de Janeiro e sou apaixonada por São Paulo desde os 11 anos de idade, por causa de todas essas coisas inesperadas e pessoas que apareceram na minha vida e me ajudaram de tantas formas, mesmo que indiretamente. E hoje, olhando pra trás, vejo como essa cidade, que eu nunca tinha ido até dezembro do ano passado, me fez tão bem ao longo dos anos e ainda faz. É impossível pisar em São Paulo sem ter um flashback da minha pré-adolescência e adolescência e pensar como eu amo aquele lugar por tantos motivos; é impossível não me sentir como se estivesse em casa lá, e andar por todos os lugares sorrindo, vendo que eu tô onde eu queria estar, com as pessoas que eu queria estar. As coisas boas realmente acontecem quando a gente menos espera, e vem de onde a gente menos espera, e eu vivo ansiosa pra o que quer que esteja por vir.
Sobre os melhores filmes do Oscar 2015
Ok, dia 22 tem o Oscar e como boa apreciadora das artes, pseudo-cinéfila e metida a crítica que eu sou, eu assisto todos os filmes antes da premiação, julgo todos e escolho o meu preferido. Devo dizer que meus conhecimentos sobre categorias técnicas (fotografia, cenário, iluminação, etc e tal) beira ao nulo, então eu só julgo pelo filme em si mesmo. História, roteiro, atuação, essas paradas, e claro, meu gosto pessoal, apesar de tentar sempre deixar essa parte de lado porque como boa estudante de História da Arte, aprendi nas minhas aulas de Estética que o gosto pessoal não deve contar na hora de julgar alguma coisa, mas quem consegue isso 100% né não?
Vou falar um cadinho sobre cada um dos filmes indicados a melhor filme, em ordem de preferência só que ao contrário. "Hã? Como assim ao contrário?" Isso quer dizer que vou começar falando dos chatos e deixar o melhor pro final, então se quiser pular fique a vontade. Brincadeirinha, fica não, porque na real não teve nenhum filme que eu desgostei. Enfim, já tô falando demais, vamos lá.(cuidado, talvez tenha spoilers)
1. Sniper Americano
Uma das várias biografias que estão concorrendo, mas a que eu menos gostei. Talvez pela temática de guerra e tal, não sou muito fã desse tipo de filme, e nem tem tanta cena de guerra, tiros, explosões e tudo mais, achei meio parado. Mas bom, o filme foi adaptado do livro "American Sniper: The Autobiography of the Most Lethal Sniper in U.S. Militar History", e conta a história de Chris Kyle (Bradley Cooper), um atirador de elite do exército americano que matou mais de 150 pessoas em guerra, recebendo várias condecorações. Bom, eu tenho motivos pessoais pra não gostar desse filme, também não vou com a cara do Bradley Cooper, o que não ajuda hehe, mas ignorando isso, acho que se você gostar de um filme de guerra é legal. E achei interessante a abordagem da vida pessoal dele, como isso atingiu emocionalmente ele e a família, e o que ele usou de "escape" pra continuar vivendo a vida sem peso na consciência no final. Independente de qualquer coisa é um cara admirável, e acho que o filme é bom no que se propõe. Só fiquei curiosa com a morte dele, porque não explica muita coisa. Enfim, não acho que vá ganhar a estatueta de melhor filme, nem de melhor ator, quem sabe uma das outras.
2. O Jogo da Imitação
A cinebiografia conta a história de Alan Turing (Benedict Cumberbatch), matemático responsável por desenvolver o Teste de Turing na Segunda Guerra Mundial, que possibilitaria analisar todos os códigos do Enigma em 18 horas, permitindo aos ingleses descobrir todas as ordens alemãs que eram enviadas antes de serem executadas. Achei o filme bacana, e confirmei que Alan Turing era um gênio, mas biografia por biografia, curti mais A Teoria de Tudo. Apesar disso, é um filme legal, prendeu minha atenção, e a história dele é cativante. Gostei bastante das partes focadas na vida pessoal dele, sendo um personagem homossexual que foge dos padrões do que é retratado normalmente, e mostrando a forma como a sexualidade era tratada na época e como isso afetou bruscamente na vida dele. Gostei, mas não acho que ganha como melhor filme, nem que o Benedict ganha como melhor ator, até porque passei o filme todo pensado que ele tava fazendo o mesmo que faz em Sherlock, e gostei da Keira Knightley, mas acho que ela também não leva a estatueta. Se seguir a linha do Globo de Ouro, pode ser que ganhe de melhor trilha sonora original.
3. Selma - Uma Luta pela Igualdade
Selma, acima de uma cinebiografia de Martin Luther King Jr. (David Oyelowo), é um filme histórico sobre as marchas realizadas por ele e outros ativistas a favor dos direitos eleitorais igualitários para negros e brancos, retratando a luta do movimento negro americano pelos seus direitos após o fim da segregação. É um filme muito bonito, com personagens fortes e marcantes, e mostra como a figura de Martin Luther King Jr. foi - e porque permanece - importante. Eu adoro filmes que tratam de histórias reais, ainda mais de momentos históricos que fizeram diferença na vida de tantas pessoas e ainda fazem, e achei que o filme não pecou em nada do que era proposto. Infelizmente foi um tanto quanto deixado de lado pela Academia, levando apenas a indicação de melhor filme, da qual não deve ganhar, e de melhor música original, que eu tô torcendo muito que leve porque Glory é uma música maravilhosa. Além disso, pecaram ao não indicar David Oyelowo como melhor ator, que foi muito melhor que o Benedict Cumberbatch em O Jogo da Imitação, na minha opinião.
4. Birdman
Tenho que dizer que acho que não estou apta pra falar tanto desse filme porque quando eu fui no cinema assistir eu quase cochilei em algumas partes hehe Mas não foi por ser ruim não, foi azar de estar muito cansada e assistir o filme a noite mesmo. A história é sobre Riggan Thomson (Michael Keaton), um ator que recusa interpretar pela quarta vez o super herói de sucesso Birdman no cinema, e vê a sua carreira decair. Sabem aqueles cantores de um hit só? Então, ele é o ator de um personagem só. Depois que ele recusa continuar com Birdman, ele resolve trabalhar com direção e roteiro e adaptar uma peça da Broadway, mas nisso o cara não consegue recuperar a fama e ainda começa a ouvir vozes e tal. O filme é bem louco, e é um desses que eu vejo muita gente falando que não entendeu o final, mas eu não vou explicar por dois motivos; primeiro que seria muito spoiler; segundo porque eu acho que não é pra entender mesmo, é um final em aberto e tal. Apesar de estar cansada quando vi, achei a história muito boa e original, e se eu não estivesse torcendo para O Grande Hotel Budapeste, diria que Birdman tem tudo pra ganhar a categoria de roteiro original. Não acho que os atores indicados vão ganhar a estatueta, e nem que o filme vá levar a de melhor filme, mas talvez ganhe algum prêmio técnico.
5. A Teoria de Tudo
Se você não pulou os anteriores, sabe que essa foi a cinebiografia que eu mais gostei. O filme conta a história maravilhosa do físico Stephen Hawking (Eddie Redmayne), mostrando como ele chegou às suas descobertas sobre o tempo, levando-o a ser um dos cientistas mais renomados do mundo, além de abordar seu romance com Jane Wide (Felicity Jones). Particularmente, achei o filme lindo, eu não sabia tanto sobre a história do Stephen Hawking e achei incrível, e assim como em O Jogo da Imitação, só pude confirmar que o cara era um gênio. Além disso, o filme retrata o desenvolvimento da doença motora dele, e como ele se adaptou a isso, mostrando como ele nunca parou de viver por isso. É uma história muito bonita e inspiradora, a atuação do Eddie Redmayne foi incrível, impecável, esse cara merece o Oscar assim como mereceu os prêmios de melhor ator no Globo de Ouro e SAG Awards. Também gostei muito da Felicity Jones, mas baseando nas outras premiações, provavelmente Julianne Moore deve levar a estatueta de melhor atriz, por Para Sempre Alice.
6. Whiplash: Em Busca da Perfeição
Queria avisar de antemão que esse e os dois próximos se tornaram alguns dos meus filmes preferidos, então vou puxar sardinha mesmo! hehe Brincadeirinha. Mas de boa, desses filmes eu não tenho nadinha pra reclamar, apaixonei mesmo. Whiplash conta a história do menino Andrew (Miles Teller), que é baterista e sonha em ser o melhor de todos, marcar sua geração e tudo mais, assim como vários fizeram no mundo da música. Quem me conhece sabe que eu adoro música e adoro filmes, então filmes sobre música/músicos são tipo, mozão da vida pra mim, e Whiplash não foi diferente. Quando eu fui assistir nem sabia direito sobre o que era, só que era um filme sobre um baterista, e nem esperava nada, mas quando começou me prendeu muito a atenção, e eu não tirei os olhos da tela do cinema por um segundo! Mas então, continuando a história, o Andrew estuda na melhor escola de música dos Estados Unidos, e consegue chamar a atenção do professor Terence Fletcher (JK Simmons), sendo chamado para fazer parte da orquestra principal da escola. Com isso, o professor que tinha a fama de cobrar muito de seus alunos, começa a cobrar tanto de Andrew que beira ao abuso(ou melhor, é completamente abusivo), fazendo com que o garoto fique obcecado com a ideia de ser o melhor de todos, e aí é ver o filme hehe. Eu não acho que vá ganhar na categoria de melhor filme, mas super aposto no JK Simmons como ator coadjuvante, e talvez em alguma categoria técnica.
7. O Grande Hotel Budapeste
Filme do meu queridinho Wes Anderson, dono dos filmes mais visualmente lindos que eu já vi. Aliás, super apostaria nele pra ganhar como diretor, mas tô achando que o Linklater (Boyhood) ganha essa. Eu amo o que Wes Anderson tem feito nos seus filmes mais recentes, combinando todas as cores nos cenários, parecendo até meio obsessivo, mas fica tudo tão bonitinho, gente! hahaha. Mas não é só isso que me agrada não, as histórias dos filmes dele também são muito boas, e é tudo extremamente Wes Anderson, sei nem explicar, só assistindo pra entender. Mas sobre Grande Hotel, foi o primeiro filme desses que eu vi, e o único que já vi pelo menos umas três vezes, quando assisti pela primeira vez nem sabia que seria indicado ao Oscar. Se passa no período entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, onde o gerente de um hotel conhece um garoto e o contrata para ser seu lobby boy (uma espécie de assistente), e os dois se tornam amigos e vivem algumas aventuras. O filme tem um humor típico do diretor, e é muito bonito visualmente como eu já falei. É divertido de assistir ao mesmo tempo que agrada aos olhos, e eu aposto que será querido nos prêmios técnicos e roteiro original.
8. Boyhood - Da Infância à Juventude
Falei que os três últimos eram meus preferidos, mas Boyhood ganha meu coração, e acredito que a estatueta de melhor filme também. Divisor de opiniões, é comum ver gente achando incrível e maravilhoso, enquanto o vizinho do lado acha entediante e sem roteiro. Particularmente, achei uma obra de arte e Richard Linklater só me fez apaixonar por mais um de seus filmes, confirmar que ele é um dos meus diretores favoritos no mundo, e ficar no aguardo de mais filmes dele para chamar de preferidos. Boyhood é um filme sobre o cotidiano, talvez por isso tanta gente ache entediante, porque é realista, e a realidade não tem ação, aventura, nem é empolgante 24 horas por dia. Pra mim o ponto forte do filme são os diálogos, assim como na trilogia Before, do mesmo diretor. O Linklater sabe fazer diálogos e situações em que o espectador consegue se identificar, é realista, concreto. Quem vê Boyhood com certeza já passou por alguma coisa ou sentiu o mesmo que o Mason (Ellar Coltrane) em algum momento. O filme se passa durante 12 anos da vida do menino, "da infância a juventude", e também foi gravado em 12 anos, reunindo o elenco por um período de dias a cada ano para as filmagens. Na minha opinião não é superestimado, mereceu o Globo de Ouro de melhor filme, e merece o Oscar. Além disso, baseado nas outras premiações, Patricia Arquette, que interpreta a mãe de Mason, deve ganhar como melhor atriz coadjuvante, o que eu também considero justo.
Vou falar um cadinho sobre cada um dos filmes indicados a melhor filme, em ordem de preferência só que ao contrário. "Hã? Como assim ao contrário?" Isso quer dizer que vou começar falando dos chatos e deixar o melhor pro final, então se quiser pular fique a vontade. Brincadeirinha, fica não, porque na real não teve nenhum filme que eu desgostei. Enfim, já tô falando demais, vamos lá.
1. Sniper Americano
Uma das várias biografias que estão concorrendo, mas a que eu menos gostei. Talvez pela temática de guerra e tal, não sou muito fã desse tipo de filme, e nem tem tanta cena de guerra, tiros, explosões e tudo mais, achei meio parado. Mas bom, o filme foi adaptado do livro "American Sniper: The Autobiography of the Most Lethal Sniper in U.S. Militar History", e conta a história de Chris Kyle (Bradley Cooper), um atirador de elite do exército americano que matou mais de 150 pessoas em guerra, recebendo várias condecorações. Bom, eu tenho motivos pessoais pra não gostar desse filme, também não vou com a cara do Bradley Cooper, o que não ajuda hehe, mas ignorando isso, acho que se você gostar de um filme de guerra é legal. E achei interessante a abordagem da vida pessoal dele, como isso atingiu emocionalmente ele e a família, e o que ele usou de "escape" pra continuar vivendo a vida sem peso na consciência no final. Independente de qualquer coisa é um cara admirável, e acho que o filme é bom no que se propõe. Só fiquei curiosa com a morte dele, porque não explica muita coisa. Enfim, não acho que vá ganhar a estatueta de melhor filme, nem de melhor ator, quem sabe uma das outras.
2. O Jogo da Imitação
A cinebiografia conta a história de Alan Turing (Benedict Cumberbatch), matemático responsável por desenvolver o Teste de Turing na Segunda Guerra Mundial, que possibilitaria analisar todos os códigos do Enigma em 18 horas, permitindo aos ingleses descobrir todas as ordens alemãs que eram enviadas antes de serem executadas. Achei o filme bacana, e confirmei que Alan Turing era um gênio, mas biografia por biografia, curti mais A Teoria de Tudo. Apesar disso, é um filme legal, prendeu minha atenção, e a história dele é cativante. Gostei bastante das partes focadas na vida pessoal dele, sendo um personagem homossexual que foge dos padrões do que é retratado normalmente, e mostrando a forma como a sexualidade era tratada na época e como isso afetou bruscamente na vida dele. Gostei, mas não acho que ganha como melhor filme, nem que o Benedict ganha como melhor ator, até porque passei o filme todo pensado que ele tava fazendo o mesmo que faz em Sherlock, e gostei da Keira Knightley, mas acho que ela também não leva a estatueta. Se seguir a linha do Globo de Ouro, pode ser que ganhe de melhor trilha sonora original.
3. Selma - Uma Luta pela Igualdade
Selma, acima de uma cinebiografia de Martin Luther King Jr. (David Oyelowo), é um filme histórico sobre as marchas realizadas por ele e outros ativistas a favor dos direitos eleitorais igualitários para negros e brancos, retratando a luta do movimento negro americano pelos seus direitos após o fim da segregação. É um filme muito bonito, com personagens fortes e marcantes, e mostra como a figura de Martin Luther King Jr. foi - e porque permanece - importante. Eu adoro filmes que tratam de histórias reais, ainda mais de momentos históricos que fizeram diferença na vida de tantas pessoas e ainda fazem, e achei que o filme não pecou em nada do que era proposto. Infelizmente foi um tanto quanto deixado de lado pela Academia, levando apenas a indicação de melhor filme, da qual não deve ganhar, e de melhor música original, que eu tô torcendo muito que leve porque Glory é uma música maravilhosa. Além disso, pecaram ao não indicar David Oyelowo como melhor ator, que foi muito melhor que o Benedict Cumberbatch em O Jogo da Imitação, na minha opinião.
4. Birdman
Tenho que dizer que acho que não estou apta pra falar tanto desse filme porque quando eu fui no cinema assistir eu quase cochilei em algumas partes hehe Mas não foi por ser ruim não, foi azar de estar muito cansada e assistir o filme a noite mesmo. A história é sobre Riggan Thomson (Michael Keaton), um ator que recusa interpretar pela quarta vez o super herói de sucesso Birdman no cinema, e vê a sua carreira decair. Sabem aqueles cantores de um hit só? Então, ele é o ator de um personagem só. Depois que ele recusa continuar com Birdman, ele resolve trabalhar com direção e roteiro e adaptar uma peça da Broadway, mas nisso o cara não consegue recuperar a fama e ainda começa a ouvir vozes e tal. O filme é bem louco, e é um desses que eu vejo muita gente falando que não entendeu o final, mas eu não vou explicar por dois motivos; primeiro que seria muito spoiler; segundo porque eu acho que não é pra entender mesmo, é um final em aberto e tal. Apesar de estar cansada quando vi, achei a história muito boa e original, e se eu não estivesse torcendo para O Grande Hotel Budapeste, diria que Birdman tem tudo pra ganhar a categoria de roteiro original. Não acho que os atores indicados vão ganhar a estatueta, e nem que o filme vá levar a de melhor filme, mas talvez ganhe algum prêmio técnico.
5. A Teoria de Tudo
Se você não pulou os anteriores, sabe que essa foi a cinebiografia que eu mais gostei. O filme conta a história maravilhosa do físico Stephen Hawking (Eddie Redmayne), mostrando como ele chegou às suas descobertas sobre o tempo, levando-o a ser um dos cientistas mais renomados do mundo, além de abordar seu romance com Jane Wide (Felicity Jones). Particularmente, achei o filme lindo, eu não sabia tanto sobre a história do Stephen Hawking e achei incrível, e assim como em O Jogo da Imitação, só pude confirmar que o cara era um gênio. Além disso, o filme retrata o desenvolvimento da doença motora dele, e como ele se adaptou a isso, mostrando como ele nunca parou de viver por isso. É uma história muito bonita e inspiradora, a atuação do Eddie Redmayne foi incrível, impecável, esse cara merece o Oscar assim como mereceu os prêmios de melhor ator no Globo de Ouro e SAG Awards. Também gostei muito da Felicity Jones, mas baseando nas outras premiações, provavelmente Julianne Moore deve levar a estatueta de melhor atriz, por Para Sempre Alice.
6. Whiplash: Em Busca da Perfeição
Queria avisar de antemão que esse e os dois próximos se tornaram alguns dos meus filmes preferidos, então vou puxar sardinha mesmo! hehe Brincadeirinha. Mas de boa, desses filmes eu não tenho nadinha pra reclamar, apaixonei mesmo. Whiplash conta a história do menino Andrew (Miles Teller), que é baterista e sonha em ser o melhor de todos, marcar sua geração e tudo mais, assim como vários fizeram no mundo da música. Quem me conhece sabe que eu adoro música e adoro filmes, então filmes sobre música/músicos são tipo, mozão da vida pra mim, e Whiplash não foi diferente. Quando eu fui assistir nem sabia direito sobre o que era, só que era um filme sobre um baterista, e nem esperava nada, mas quando começou me prendeu muito a atenção, e eu não tirei os olhos da tela do cinema por um segundo! Mas então, continuando a história, o Andrew estuda na melhor escola de música dos Estados Unidos, e consegue chamar a atenção do professor Terence Fletcher (JK Simmons), sendo chamado para fazer parte da orquestra principal da escola. Com isso, o professor que tinha a fama de cobrar muito de seus alunos, começa a cobrar tanto de Andrew que beira ao abuso
7. O Grande Hotel Budapeste
Filme do meu queridinho Wes Anderson, dono dos filmes mais visualmente lindos que eu já vi. Aliás, super apostaria nele pra ganhar como diretor, mas tô achando que o Linklater (Boyhood) ganha essa. Eu amo o que Wes Anderson tem feito nos seus filmes mais recentes, combinando todas as cores nos cenários, parecendo até meio obsessivo, mas fica tudo tão bonitinho, gente! hahaha. Mas não é só isso que me agrada não, as histórias dos filmes dele também são muito boas, e é tudo extremamente Wes Anderson, sei nem explicar, só assistindo pra entender. Mas sobre Grande Hotel, foi o primeiro filme desses que eu vi, e o único que já vi pelo menos umas três vezes, quando assisti pela primeira vez nem sabia que seria indicado ao Oscar. Se passa no período entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, onde o gerente de um hotel conhece um garoto e o contrata para ser seu lobby boy (uma espécie de assistente), e os dois se tornam amigos e vivem algumas aventuras. O filme tem um humor típico do diretor, e é muito bonito visualmente como eu já falei. É divertido de assistir ao mesmo tempo que agrada aos olhos, e eu aposto que será querido nos prêmios técnicos e roteiro original.
8. Boyhood - Da Infância à Juventude
Falei que os três últimos eram meus preferidos, mas Boyhood ganha meu coração, e acredito que a estatueta de melhor filme também. Divisor de opiniões, é comum ver gente achando incrível e maravilhoso, enquanto o vizinho do lado acha entediante e sem roteiro. Particularmente, achei uma obra de arte e Richard Linklater só me fez apaixonar por mais um de seus filmes, confirmar que ele é um dos meus diretores favoritos no mundo, e ficar no aguardo de mais filmes dele para chamar de preferidos. Boyhood é um filme sobre o cotidiano, talvez por isso tanta gente ache entediante, porque é realista, e a realidade não tem ação, aventura, nem é empolgante 24 horas por dia. Pra mim o ponto forte do filme são os diálogos, assim como na trilogia Before, do mesmo diretor. O Linklater sabe fazer diálogos e situações em que o espectador consegue se identificar, é realista, concreto. Quem vê Boyhood com certeza já passou por alguma coisa ou sentiu o mesmo que o Mason (Ellar Coltrane) em algum momento. O filme se passa durante 12 anos da vida do menino, "da infância a juventude", e também foi gravado em 12 anos, reunindo o elenco por um período de dias a cada ano para as filmagens. Na minha opinião não é superestimado, mereceu o Globo de Ouro de melhor filme, e merece o Oscar. Além disso, baseado nas outras premiações, Patricia Arquette, que interpreta a mãe de Mason, deve ganhar como melhor atriz coadjuvante, o que eu também considero justo.
E você, já assistiu os filmes do Oscar também? Quais são as suas apostas? Comentem!
* A cerimônia de entrega do Oscar acontece dia 22 de fevereiro de 2015, e no Brasil será transmitida pela Rede Globo após a exibição do reality show Big Brother Brasil, e pelo canal pago TNT a partir das 20h30, se quiser ver todas as categorias e todos os indicados clique aqui.
Um cantor do passado que eu queria trazer para o presente
Quando a Isa me mostrou que um dos temas de blogagem coletiva desse mês no Rotaroots era "Uma banda do passado que eu queria trazer para o presente" a primeira coisa que eu falei foi "EU QUERO". "Achei a sua cara", ela disse. Me conhece bem essa menina.
Porém, matutando aqui na minha cabeça sobre qual banda falar, me surgiram várias. The Beatles, The Doors, The Smiths, The Organ, blink-182, Nirvana, A Rocket To The Moon, The White Stripes, entre outras tantas bandas boas por aí que acabaram e eu não tive nem a oportunidade de ver ao vivo (ou tive e desperdicei, como A Rocket To The Moon, mas isso aí é outra história). Também me passaram pela cabeça as bandas que eu escutava na infância, como os Jonas Brothers, RBD e até Rouge. Ah, como eu gostaria de ter a chance de ir em um show da Rouge! Acho que se elas voltassem eu iria no show e dançaria Ragatanga na maior felicidade mesmo com 20 anos na cara.
Mas depois de pensar tanto e tanto, decidi que eu não queria falar de uma banda, mas sim de um cantor solo que eu gosto demais e fico muito triste em saber que ele não tá mais aqui, e é por isso que eu adaptei o tema para "Um cantor do passado que eu queria trazer para o presente". E o dito cujo é: Jeff Buckley. Então, eu acredito que bastante gente não conheça meu queridíssimo, então vou situá-los sobre quem é este homem.
Jeffrey Scott Buckley nasceu em 1966 na Califórnia, no país querido da nossa mocinha Alessandra Gama, Estados Unidos. Sua influência musical surgiu na infância através de seu pai, que morreu quando ele tinha apenas 9 anos. Tim Buckley era cantor, e quando Jeff cresceu, resolveu seguir na carreira musical como o pai, mas com medo das comparações, começou apenas como guitarrista, e só em 1991 resolveu soltar a voz, em um show de homenagem ao seu pai, e a partir daí recebeu convites pra gravar e tudo mais. Em 1992 assinou contrato com uma gravadora, e em 1994 lançou seu primeiro álbum, Grace.
Aí é que entra a parte de eu querer trazê-lo para o presente. Em 1997 o Jeff morreu afogado enquanto nadava em um rio, e existem várias discussões sobre ele ter morrido afogado mesmo ou se suicidado. Mas tendo morrido em 1997, Jeff lançou apenas um álbum, esse que fez muito sucesso, foi super elogiado pela crítica e tudo mais, e esse que é um dos meus álbuns preferidos no mundo. Sério, esse álbum é amor e se eu tivesse que fazer uma lista de 10 álbuns preferidos da vida, com certeza estaria no meu top 5. Depois da morte do Jeff, foram lançadas algumas compilações e um álbum póstumo, que é formado por músicas que ele estava gravando para o que seria seu segundo álbum, que não foi finalizado.
Eu tenho muita muita muita curiosidade de saber como seria esse álbum se ele tivesse sobrevivido. Tipo, MUITA. Porque a história conta que, antes de morrer, ele não estava satisfeito com o que tinha gravado e resolveu compor novas canções, e foi aí que ele morreu. Fico imaginando o que ele teria feito com esse álbum, e com todos os outros álbuns que ele faria posteriormente, levando em consideração que Grace é tão bem criticado, tendo gente que considera um dos melhores álbuns de todos os tempos.
E outra que eu queria TAAAAAAAAANTOOOOOO ir a um show desse homem, cara. Invejo muito todo ser humano que teve essa oportunidade um dia, porque cara... CARA. Fico só imaginando ouvir "Lover, You Should've Come Over" ao vivo. Ou a versão dele de "Hallelujah". Ou qualquer coisinha. Esse cara era demais, e tenho dito. Ocupa a minha lista de "pessoas que não deveriam ter morrido" em primeiro lugar e é dono das minhas lágrimas de saudade de uma época que eu nem vivi.
Bom, então é isso, mesmo com muita dor no coração de não trazer The Smiths ou as Spice Girls pra eu poder ouvir Wannabe ao vivo e cantar como se não houvesse amanhã, entre todos os cantores/bandas que eu poderia escolher, se eu tivesse a chance de trazer um para o presente, esse seria Jeff Buckley, sem arrependimentos.
E quem vocês trariam?
Esse post faz parte da Blogagem Coletiva do RotaRoots, um grupo de blogueiros que têm como objetivo resgatar a época de ouro dos blogs pessoais e incentivar a produção de conteúdo criativo e autoral. Para ler todas as nossas blogagens coletivas, clique aqui.
Museu de Arte do Rio
Foto: MAR
Uma coisa que eu realmente gosto de fazer é frequentar exposições. Já rodei esse Rio de Janeiro quase todo indo a museus, centros culturais e galerias de arte, e com isso venho colecionando ótimas experiências, conhecendo lugares novos e aprendendo mais sempre.
É comum ver gente por aí falando que museu é chato, coisa de velho, entre outras coisas do tipo, mas eu super acho que vale a pena largar os estereótipos e dar uma chance, afinal, existem diversas exposições por aí, diversos museus/centros culturais etc. Sem contar que pensar "museu = quadros na parede" é completamente errado (apesar dos quadros na parede serem super legais também ok). Além de existirem várias exposições diferentes e divertidas, em muitos tem cinemas, teatros, fora os eventos super legais, e eu acho que qualquer pessoa pode tirar proveito disso, afinal, a cidade é nossa, os locais são nossos, e a gente tem que aproveitar tudo o que tem direito!
E depois dessa pequena introdução meio apelo, meio desabafo hehe, abro aqui uma nova categoria de posts, onde conto um pouquinho de todos esses museus, centros culturais, eventos e seja mais lá o que for relacionado a arte/cultura que tem aqui na cidade maravilhosa. E olha, tem um montão viu? Essa cidade é maravilhosa demais mesmo.
Pra começar, escolhi um museu que mora no meu coraçãozinho, o Museu de Arte do Rio, aka MAR. O MAR fica ali na Praça Mauá, no Centro, do ladinho do Píer Mauá, e vizinho do futuro Museu do Amanhã que deve ser inaugurado até o meio desse ano, então se cê for preguiçoso pode esperar um cadinho, daí já visita os dois e mata dois coelhos com uma cajadada só hahaha. A localização atualmente não é das melhores coisas já que a região portuária tá em processo de revitalização e tudo mais, mas as promessas são deixar tudo lindo pra chuchu até 2016, e se ficar igual as maquetes que tem no MAR, vai ficar bonito mesmo viu (se quiser saber mais clique aqui).
Bom, o MAR é um bebêzinho, foi inaugurado em março de 2013, ou seja, tem nem dois aninhos ainda, mas tem tantos projetos e tanto amor envolvido que parece que tem muito mais idade. Peguei apego por esse museu recentemente, quando comecei a fazer um curso lá e tive mais conhecimento do que rola e tudo mais.
O Museu de Arte do Rio promove uma leitura transversal da história da cidade, seu tecido social, sua vida simbólica, conflitos, contradições, desafios e expectativas sociais. Suas exposições unem dimensões históricas e contemporâneas da arte por meio de mostras de longa e curta duração, de âmbito nacional e internacional. O museu surge também com a missão de inscrever a arte no ensino público, por meio da Escola do Olhar. (créditos)Então, o museu ocupa dois prédios: A Escola do Olhar e o Palacete Dom João VI. No primeiro acontecem cursos, workshops, palestras e seminários; no segundo é onde acontecem as exposições. Suas exposições integram arte, educação e história, tendo obras de épocas variadas, porém, pode-se dizer que o foco é a arte contemporânea, mas varia da exposição apresentada. Existem quatro pavimentos de salas expositivas, e atualmente acontecem cinco exposições: Museu do Homem do Nordeste, Guignard e o Oriente, entre o Rio e Minas, Do Valongo a Favela: imaginário e periferia, Paisagens Não Vistas - Marcos Chaves, e Zona de Poesia Árida.
É possível agendar visitas, tendo diversos eixos temáticos de visitação que variam dependendo do grupo que vai visitar. Mas pra quem não está em um grupo, não quer agendar visita ou algo do tipo, existem visitas todos os dias de 11h às 12h30 e de 16h30 às 18h00, onde o público que estiver por lá pode ter uma visita guiada por um educador, que é chamada de "Conheça o MAR".
Além das exposições também acontecem outros eventos paralelos no museu, como o "MAR de Música", que está acontecendo atualmente. É um evento em parceria com o Circo Voador (casa de shows aqui do RJ que também mora no meu coraçãozinho), onde a cada 15 dias, durante as sextas, acontecem apresentações musicais e festas. Infelizmente o evento já está no final, mas aconteceu desde novembro, e o próximo e último dia será 6 de fevereiro, com o grupo Escravos do Mauá, em comemoração ao carnaval.
Particularmente eu gosto muito da proposta do museu de ter a educação como um dos seus pilares, e sou apaixonada por todos os projetos existentes lá. É difícil falar tudo, senão o post ficaria grande demais e cês já devem estar de saco cheio de mim falando hehe, mas garanto que vale a pena fazer uma visita! Como qualquer museu, é aberto a todos, mas na minha opinião, o MAR consegue acolher as pessoas e trazer um sentimento de pertencimento de um jeitinho diferente.
- O museu abre às terças de 10h às 19h, e de quarta a domingo de 10h às 17h.
- A entrada é 8 reais, com meia entrada para estudantes, pessoas com até 21 anos, pessoas com deficiência ou servidores públicos.
- Às terças-feiras a entrada é gratuita para todos.
- Pra quem quiser saber mais, vale dar uma olhada no site: http://www.museudeartedorio.org.br/
Deixem nos comentários se curtiram esse tipo de post, assim eu e as outras meninas podemos saber se continuamos postando locais que curtimos nas nossas cidades!
Sobre tempo, espaço e uma cabine de polícia
Ilustração: Deviantart
Qualquer coisa relacionada à ficção científica chama a minha atenção, principalmente quando viagem no tempo é envolvida, e devo isso a uma coisa chamada Doctor Who. Acho que todo mundo que me conhece sabe como eu adoro essa série, e como ela é especial pra mim. É de longe a série que me deixa mais animada na expectativa pra cada episódio, e mais entretida quando é lançado.
Eu comecei a assistir Doctor Who em 2011, quando a quinta temporada ainda ia ser lançada. Lembro que foi meu irmão que descobriu a série e colocou na TV para ver, e eu e minha irmã estávamos de bobeira e resolvemos assistir junto. Quando o primeiro episódio terminou eu fiquei pedindo para ele colocar mais, e foi assim que em cerca de um mês nós três assistimos quatro temporadas.
A série surgiu há um bom tempo atrás, em 1963, então em 1989 foi cancelada, até que fizeram um filme em 1996, e em 2005 finalmente a série teve continuidade amém. O período entre 1963 e 1989 é chamado de série clássica, e eu infelizmente ainda não assisti muita coisa, mas é uma das minhas metas de vida (haha).
Doctor Who é uma série sobre muitas coisas, mas é importante ter em mente que mudanças sempre estão envolvidas. Então, se você é daqueles que se apega muito aos personagens, aconselho a não fazer isso com Doctor Who. Normalmente, quando se fala em mudança em séries que eu assisto eu fico com receio, mas com essa é diferente. Ao mesmo tempo em que me envolvo com os personagens e as situações, eu espero ansiosamente pelas mudanças que estão por vir. O próprio protagonista está sempre mudando – regenerando, ou seja, toda vez que ele está prestes a morrer, ele muda de corpo –, e assim muda o ator. Para mim as mudanças são o ponto principal, o que faz a série ser tão importante e durar tanto tempo. Claro, se fosse o mesmo ator a série nunca teria 50 anos, mas não apenas por isso. Mudar atores, principalmente protagonistas, é uma tarefa muito difícil de fazer dar certo, mas com Doctor Who dá porque é bem pensado, e a continuidade nunca deixa a desejar.
Fora isso, Doctor Who é basicamente sobre um alienígena que viaja no tempo e espaço com algum companion. Parece bobo falando assim, mas a série tem um conteúdo muito rico. Particularmente, adoro como a série tem a possibilidade de incorporar fatos e personagens históricos ao mesmo tempo em que tem a possibilidade de criar novos planetas e diversas teorias, tudo isso graças à viagem no tempo. Além disso, apesar de ser sobre um cara que viaja numa cabine telefônica inglesa dos anos 50 que é maior por dentro e isso parecer uma coisa super viajada, Doctor Who consegue ter uma pontinha de realismo. Claro, tudo de acordo com o universo da série, mas eu não vejo esse universo como uma coisa inalcançável, digamos assim. Não que eu acredite em alienígenas e tudo mais, acho que só assistindo pra entender de fato, mas a série tem algo real, algo possível de fazer todo mundo se identificar. A ideia de pessoas comuns, com empregos e vidas comuns, descobrindo que podem ser muito mais do que acreditavam que poderiam ser quando viajam com o Doctor, é fascinante pra mim. Doctor Who, de alguma forma, me mostra que qualquer pessoa é importante, especial e pode ser muito mais do que aparentam ser, e é isso o que me chama mais atenção no meio de tanta coisa nessa série.
Eu poderia falar muito mais, de verdade. Doctor Who é a série de ficção científica mais longa e mais bem sucedida do mundo, um símbolo da cultura popular britânica, influência de diversos outros programas televisivos por aí, e, um fato talvez não tão importante assim, a minha série preferida. Eu sei que talvez não tenha ficado tão claro o enredo da série, sinceramente eu acho confuso explicar. É difícil colocar 50 anos em poucas linhas. Tentei de uma forma pessoal explicar meu amor pela série, e talvez assim convencer vocês a assistirem e compartilharem desse amor comigo. Ou talvez lembrarem um pouquinho de outras séries que vocês têm esse mesmo carinho. Mas, se você gosta de aventura e boas histórias, vale a pena assistir.
"All of time and space; everywhere and anywhere; every star that ever was. Where do you want to start?"
Haim: Música e estilo
O sobrenome das irmãs californianas Danielle, Alana e Este nomeia essa banda linda de que eu vou falar hoje: Haim. A banda começou em 2006 e hoje é uma das grandes apostas da música indie e referências de estilo. As garotas foram fortemente influenciadas pelos seus pais, que escutavam rock clássico e fizeram uma banda em família pra tocar em feiras de caridade quando as meninas ainda estavam na escola. A partir daí elas se tornaram interessadas por música e resolveram criar sua própria banda. Assim, em 2012 elas lançaram seu primeiro EP, e em 2013 o primeiro álbum, "Days Are Gone". Eu conheci a banda antes mesmo do álbum ser lançado, no finalzinho de 2012, e me apaixonei de cara. A música das meninas é bem animada e contagiante, com uma pegada retro, e me deixa feliz quando eu escuto. Adoro ouvir, cantar o mais alto que puder e ficar dançando. Os clipes delas são bem divertidos, refletindo as músicas, com dancinhas que dão muita vontade de imitar. Além disso, nos vídeos é possível ver o estilo delas de se vestir, que reflete a pegada retro da música, e eu adoro. Elas são do tipo de pessoa que consegue juntar roupas simples e fazer um look legal e estiloso, e isso me chama muito a atenção. Com algumas peças chave como shorts jeans, peças de couro e coturnos elas conseguem montar looks de dar inveja, e é aquele tipo de roupa super fácil de se inspirar.
Abaixo você confere um pouco mais do estilo e da música das meninas!
E aí, já conheciam? Gostaram das meninas? Comentem!
Onde comprar camisas de banda online
Foto: We Heart It
De certa forma, as músicas que você escuta influenciam na sua identidade, e a forma que você se veste faz parte disso. Entre as coisas que eu mais gasto dinheiro, camisas de banda provavelmente estão no top 3. Quase sempre eu estou com uma delas porque, além de lindas, são práticas, e eu tenho o maior orgulho de sair com as minhas bandas preferidas estampadas na camisa. Hoje, vou falar de quatro sites bem legais e confiáveis pra achar camisas com seus artistas preferidos, diferentes dessas que a gente encontra por aí em lojas de departamento ou lojinhas de rua que tem sempre as mesmas estampas, além de ser difícil encontrar algo que não sejam daquelas bandas clássicas tipo Beatles, Nirvana e Ramones.
*(clique nos nomes das lojas para ser redirecionado aos sites)
"A música que veste" é o slogan da loja, que de longe é a minha preferida. Com blusas de bandas que eu não encontro em quase nenhum outro lugar, a loja é mais voltada para os fãs de música indie/alternativa, mas também é possível encontrar camisas de algumas bandas de grunge, e outras vertentes do rock. Além disso, também trabalha com camisas de filmes e séries, e outros produtos como bonés, posters e canecas. As estampas são todas originais, em silk-screen, e a blusa é 100% algodão. Os preços geralmente variam entre 59 e 79 reais, mas sempre tem promoções, onde você encontra camisas por volta de 30 reais. Eu já comprei mais de dez vezes lá e acho o produto de alta qualidade, além de vir com bonequinhos fofos pra montar e balinhas, chega bem rápido em casa, então vale muito a pena.
Camisa Reverbcity Arctic Monkeys Camisa Reverbcity The Kooks
Camisa Korova Drake Camisa Korova Katy Perry
A Printerama é uma loja diferente. Funciona da seguinte forma: A cada duas semanas, duas estampas são vendidas no site, e depois dessas duas semanas só são reeditadas depois de um ano as camisas mais pedidas. Ou seja, quem compra tem uma camisa quase que exclusiva sua! Pra quem gosta de ter uma camisa com uma estampa super legal que quase ninguém tem, a loja é perfeita. A venda de camisas não é especifica de bandas, também tem de filmes e séries, mas as bandas sempre aparecem por lá. A camisa é 100% algodão e com estampa impressa em silk-screen. Eu já comprei lá uma vez, e particularmente não achei a estampa de tão boa qualidade quanto de outras lojas, mas sinceramente, valeu a pena porque é muito bonita e mais barata também. Na primeira semana as camisas são vendidas por 44,90 e na segunda por 49,90.
Camisa Printerama Alex Turner Camisa Printerama "A Palo Seco", Belchior
4. Chico Rei
Por último, mas não menos importante, porque junto à Reverbcity é a minha preferida. Como as outras lojas, a Chico Rei tem não só camisas de banda, mas de séries, filmes e diversas outras temáticas. Porém, entre todas, é a com mais versatilidade nesse quesito, tendo camisas abordando temas como comida, futebol, artes, etc., além de vender posters lindos. Mas como o assunto aqui é música, a loja tem camisas de estilos musicais diversos, mas o diferencial dela pra mim, é que tem muitas camisas de música brasileira. As estampas são originais, em silk-screen e a malha é muito boa, já comprei e gostei muito. Os preços variam, mas no geral são entre 59 e 69 reais.
Camisa Chico Rei "A fantástica fábrica da MPB" Camisa Chico Rei "Pro dia nascer feliz", Barão Vermelho
E você, já comprou em alguma dessas lojas? Conhece outras? Só deixar nos comentários!
8 covers que você deveria ouvir
Foto: Last.fm
Sempre que eu gosto muito de uma música eu vou no youtube e faço duas coisas: Pesquiso versões acústicas e covers. Dessa forma eu entro em contato com uma nova interpretação de uma música que eu já estava acostumada a ouvir, e ainda conheço vários artistas novos através disso. Então hoje eu resolvi postar aqui alguns dos covers que eu mais gosto interpretados por outros artistas, e que na minha opinião tem covers tão bons ou até melhores que as músicas originais.
1. London Grammar - Wrecking Ball
London Grammar é um trio de música alternativa formado em 2009 por Hannah Reid, Dot Maior e Dan Rothman em Nottingham, Inglaterra. Em 2013 lançaram seu primeiro álbum, If You Wait, sendo característico em suas músicas a voz poderosa de Hannah Reid. A banda já abriu shows do Coldplay no iTunes Festival, e eu apostaria nela como uma das grandes promessas da música alternativa atualmente. No vídeo abaixo você pode conferir a banda fazendo um cover da música de Miley Cyrus, "Wrecking Ball".
2. Katy B - One For The Road/What I Might Do
Cantora e compositora britânica, Katy B começou sua carreira em 2009, lançando seu primeiro álbum, On a Mission, em 2011, e o segundo, Little Red, em 2014. Desde que estreiou na cena musical tem sido aclamada pela crítica, protagonizando diversos charts britânicos. O cover das músicas de Arctic Monkeys e Ben Pearce é um dos meus preferidos, e pode ser conferido abaixo.
3. John Mayer - XO
Assumo que não sou das maiores fãs de John Mayer, mas não nego o talento desse cara, que é um grande compositor e guitarrista, e esse cover de "XO" da Beyoncé é provavelmente meu favorito da lista. O maior garanhão do mundo da música, que já pegou de Taylor Swift a Katy Perry, tem 6 álbuns de estúdio, fora os álbuns ao vivo. O cara já ganhou diversos prêmios importantes, e tocou com vários nomes de peso, como The Rolling Stones e Eric Clapton.
4. The Civil Wars - Billie Jean
Dupla americana de folk deliciosa, formada por Joy Williams e John Paul White, conta com dois álbuns e alguns Grammys. Colaboraram na música "Safe & Sound" para a trilha sonora de The Hunger Games, junto com Taylor Swift, e infelizmente a dupla entrou em hiatus por tempo indeterminado em 2013 e permanece assim até hoje, porém, vale a pena dar uma conferida na música. Abaixo você confere o cover do clássico "Billie Jean", de Michael Jackson.
5. Coeur de Pirate - You Know I'm No Good
Coeur de Pirate é o nome do projeto solo de Beatrice Martin, cantora e compositora canadense que lançou seu primeiro álbum em 2008, e hoje conta com dois álbuns de estúdio, além de participações. Tocando piano desde os 3 anos de idade, a menina é extremamente talentosa, sendo responsável por toda a composição da trilha sonora do jogo de RPG Child of Light, e além disso, gravou um álbum para a série de TV canadense Trauma, onde interpreta músicas de outros artistas, sendo uma delas "You Know I'm No Good", de Amy Winehouse, que você pode conferir abaixo.
Coeur de Pirate é o nome do projeto solo de Beatrice Martin, cantora e compositora canadense que lançou seu primeiro álbum em 2008, e hoje conta com dois álbuns de estúdio, além de participações. Tocando piano desde os 3 anos de idade, a menina é extremamente talentosa, sendo responsável por toda a composição da trilha sonora do jogo de RPG Child of Light, e além disso, gravou um álbum para a série de TV canadense Trauma, onde interpreta músicas de outros artistas, sendo uma delas "You Know I'm No Good", de Amy Winehouse, que você pode conferir abaixo.
6. Pixie Lott - Use Somebody
Victoria Louise Lott, mais conhecida como Pixie Lott, é a cantora pop mais linda e talentosa do Reino Unido na minha humilde opinião, e acaba de lançar seu terceiro álbum de estúdio. Ela canta e dança desde muito nova, e além disso é atriz, compositora, designer de moda e modelo. Em 2009 lançou um cover no iTunes de "Use Somebody", música do Kings Of Leon, como faixa bônus do seu primeiro álbum, Turn It Up, que você pode conferir abaixo.
7. Tiago Iorc - Proibida Pra Mim
Tiago Iorc é provavelmente a pessoa mais adorável dessa lista. Admiro muito ele, sendo um dos meus cantores nacionais preferidos. Com três álbuns em sua discografia mesclando músicas em inglês e português, ele é dono de diversos covers que eu sou apaixonada, porém, esse eu adoro em especial. "Proibida Pra Mim", música de Charlie Brown Jr., foi regravada para a novela Geração Brasil, e no vídeo abaixo você pode ouvi-la.
Tiago Iorc é provavelmente a pessoa mais adorável dessa lista. Admiro muito ele, sendo um dos meus cantores nacionais preferidos. Com três álbuns em sua discografia mesclando músicas em inglês e português, ele é dono de diversos covers que eu sou apaixonada, porém, esse eu adoro em especial. "Proibida Pra Mim", música de Charlie Brown Jr., foi regravada para a novela Geração Brasil, e no vídeo abaixo você pode ouvi-la.
8. Kodaline - Latch
Esse é daqueles covers que são completamente diferentes da versão original, porém tão bons quanto, e nesse caso eu diria que é até melhor. Kodaline é uma banda irlandesa formada em 2011 por Steve Garrigan, Mark Prendergast, Jason Boland e Vinny May, e conta com um álbum de estúdio apenas, lançado em 2013, que tem como single a música "All I Want", que faz parte da trilha sonora de A Culpa é das Estrelas. Abaixo você confere o cover da música do Disclosure, "Latch", feito pelo banda.
Esse é daqueles covers que são completamente diferentes da versão original, porém tão bons quanto, e nesse caso eu diria que é até melhor. Kodaline é uma banda irlandesa formada em 2011 por Steve Garrigan, Mark Prendergast, Jason Boland e Vinny May, e conta com um álbum de estúdio apenas, lançado em 2013, que tem como single a música "All I Want", que faz parte da trilha sonora de A Culpa é das Estrelas. Abaixo você confere o cover da música do Disclosure, "Latch", feito pelo banda.
Então é isso aí, esses são os 8 covers que eu acho que todo mundo deveria ouvir. E você, recomenda algum cover? Conhece algum que você considera melhor que o original? Deixem suas dicas nos comentários que eu vou adorar ouvir!
Música: The Maine
Não lembro o ano exato que conheci The Maine, mas sei que foi entre 2009 e 2010, quando o clipe de “Into Yours Arms” passava na MTV Hits. Na verdade, quem viu o clipe foi minha irmã, que baixou a música depois e eu, fuçando as músicas do computador, achei “Into Your Arms” lá. Conclusão: Ouvi, gostei e baixei a discografia toda. Desde então The Maine é a minha banda preferida, então eu não poderia escolher banda melhor pra fazer meu primeiro post.
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| Forever Halloween. |
Deixando meu amor pela banda de lado por um momento, vamos lá: Que banda é essa, afinal? Em 2007, cinco garotos do Arizona, sendo a maior parte deles ainda estudantes do ensino médio, resolveram criar uma banda. Eram Pat Kirch, Garrett Nickelsen, John O’Callaghan, Alex Ross e Ryan Osterman. Com os dois últimos não permanecendo, Kennedy Brock e Jared Monaco entraram, e assim surgiu a The Maine. No mesmo ano eles lançaram dois eps, e no ano seguinte foi lançado o primeiro álbum de estúdio.
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| Meu dvd autografado pelo John. |
Hoje a discografia deles conta com quatro álbuns de estúdio (Can’t Stop Won’t Stop, Black & White, Pioneer e Forever Halloween) e oito eps (Stay Up Get Down, The Way We Talk, ...And A Happy New Year, This Is Real Life, Daytrotter Studio Session, In Darkness & In Light, Good Love – The Pioneer B-sides e Imaginary Numbers), além de álbuns ao vivo, versões deluxe de álbuns, participações no “Punk Goes...”, e um DVD (Anthem For a Dying Breed) gravado no Brasil (!!!).
E porque ouvir The Maine? Bom, o primeiro motivo é porque é muito bom, as letras são ótimas, e você não deveria privar seus ouvidos da voz de John O’Callaghan. Sem contar que existe uma diferença e evolução a cada álbum, o que eu considero muito bom, porque posso sempre esperar coisas diferentes e melhores ainda do futuro da banda.
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| Kennedy Brock durante a Copa do Mundo. |
Uma das coisas que eu mais admiro na banda é a atenção e carinho com os fãs. Estão sempre respondendo no twitter, repostando fotos no instagram, respondendo/visualizando direct messages, dando ingressos para os shows e fazendo meets de graça. Eles sempre dão um jeitinho pra falar com os fãs, tirar fotos, dar autógrafos e tudo mais quando não estão em shows, e fazem isso com o maior prazer.
Além disso, eles amam o Brasil! Já vieram pra nossas terras três vezes: em 2011, 2012, quando gravaram o DVD em São Paulo, e 2014, quando fizeram um meet and greet gratuito pra todo mundo que comprasse o ingresso na primeira semana, e sempre falam de como adoram o país e cumprem suas promessas de voltar.
E eu poderia falar mais mil coisas, de como eles são legais, inspiradores, e de como o Pat é uma princesa de cabelos sedosos, mas vou deixar vocês apertarem o play e tirarem suas próprias conclusões!
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