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8 motivos para assinar Netflix


Oiii gente! Tô feliz porque hoje vim falar de uma nova maravilha do mundo: Netflix. Sério, meu pai assinou logo quando saiu e eu não dava bola nenhuma, nem entrava lá. Até que um dia resolvi testar e agora fica difícil de largar ): Então, venho contar para vocês 8 motivos para assiná-lo a partir de agora:

1. Custo x Benefício
Levando em consideração que a mensalidade custa a partir de R$ 17,90, e você tem acesso a 1 milhão de filmes e vídeos, já vale a pena. Para alugar um filme na locadora você desembolsa no mínimo R$ 6,00 e com R$ 17,90 você aluga somente dois filmes, então nem preciso falar muito sobre isso né?!

2. Conforto
Nada melhor do que poder deitar na sua cama/sofá e ficar com o controle na mão escolhendo qual filme ou série você vai assistir. Você pode assistir pelo computador, notebook, netbook, tablet, celular, e até mesmo na televisão se tiver uma Smart Tv (aquelas televisões que tem acesso à internet). Algumas já vem até com o app do Netflix instalado! Para alugar um filme, você teria que se arrumar, sair de casa, ir na locadora escolher e gastar uma graninha por cada um.

3. Variedade
A quantidade de filmes, séries, shows, desenhos e etc que tem lá é coisa de louco, minha gente! Ok, que não tem muitos lançamentos, mas eu duvido que não tenha um monte de filme que você goste lá. Ele vem até dividido por gêneros e estilos, fica facinho de achar o que você gosta.

4. Sem restrição de tempo
A qualquer hora do dia, você pode acessar lá e ver qualquer coisa o dia inteiro se quiser! Não tem nenhum limite de horário. Quer fazer uma maratona e assistir a todas as temporadas de uma série de uma só vez? FAÇA!

5. Resolução
Todos os conteúdos do Netflix são em HD! Sim!! Você pode ter aquela resolução mega igualzinho de cinema! Se sua internet não for das melhores, também dá para diminuir a resolução. Don't worry!

6. Personalização
Isso é uma das coisas que mais amo nele.  Se toda sua família quiser usar a sua conta lá, cada um pode criar uma página personalizada para si, preenchendo lá quais os gêneros que mais gosta. Se seu pai adora filmes de terror, e shows, ele coloca lá, e o Netflix vai sugerir filmes desses gêneros para ele. Se você gosta de séries, e comédia, é isso que ele vai sugerir para você. Não é demais? Ainda aparecem quais as últimas coisas assistidas por cada um, e sugestões com base no que você tem assistido.

7. Séries
Não sei o que falar sobre esse tópico, só sei sentir. Gente, lá tem série para todo tipo e muitas estão completas, com todas temporadas! Eu estou meio viciada nelas e vejo várias. Dá para ver aquele episódio antigo que foi perdido na tv, ou rever uma série inteira mais antiga. Tem Friends (SIM), Gossip Girl, Bones, Lost, Dr. House, How I Met Your Mother (amor da minha vida), Glee, Modern Family, Breaking Bad, Dexter, Doctor Who, e muuuito mais! Ah, também tem séries originais do Netflix, como Orange is The New Black (super recomendo). O melhor de tudo é que ele sempre deixa lá gravado o episódio que você parou, para você poder continuar daí depois. É muito amor para pouco tópico.

8. Propagandas

O Netflix não permite o uso de propagandas durante as exibições. Então seu filme não vai parar no meio para passar aqueles comerciais chatos. THANKS GOD!

Bom gente, é isso, convenci vocês a assinar? Prometo que vocês não vão se arrepender! :) Depois de assinar, cês vão ficar assim ó:

                                                                  Só mais um episódio...

Hahahaha brincadeira (ou não)! E quem já é assinante, o que acha? Deixem aqui nos comentários. Beijos <3

The liebster award (TAG: 11 coisas)


Oi pessoas! Fui indicada pela Patricia do blog De Pernas Pro Ar a responder essa TAG, então aqui vamos nós... Eu ia respondê-la em vídeo, mas não foi possível, sendo assim, gravo outro vídeo outra hora. Achei essa TAG bem legal porque assim vocês conhecem um pouquinho mais de mim (já vamos começar pela minha foto estampando a capa do post, hehe).
Perguntas:
1. O que te fez criar o blog?
Eu e e as outras meninas aqui do blog nos conhecemos numa comunidade no orkut há 5 anos (criada por uma delas, aliás), e lá a gente fazia tanta coisa juntas que sentimos saudade disso e então resolvemos criá-lo.

2. Calor ou frio?
Essa é uma pergunta difícil... Não gosto de calor em excesso, quando a gente fica suando e a roupa grudando, mas ODEIO sentir frio. Bom, acho que prefiro o calor então!

3. Se você soubesse que o mundo iria acabar hoje, o que você faria?
MEU DEUS, NÃO PODE! hahahaha tem taaanta coisa que ainda preciso fazer, poxa. Mas tendo só 24hs pra resolver, acho que eu pegaria todo o meu dinheiro e gastaria em coisas que gosto, faria minha família toda se reunir numa cidade só (tenho família em São Paulo, no Rio e no Ceará) e abraçaria todos, muito muito! E então eu mandaria mensagem pra todas minhas amigas dizendo o quanto elas são importantes pra mim, e mandaria também para aquelas que a amizade acabou, dizendo que sempre me importei com elas da mesma forma...

4. Qual o seu artista preferido (Cantor, ator...)?
Que amor de pergunta! <3 Sou fãzoooona da Selena Gomez, da Katy Perry e do Taylor Lautner (apesar de estar meio distante da vida dele no momento, o amor não mudou). Já fiz loucuras pela Selena, cês nem imaginam, shhh!

5. Qual a maior lição de vida que você aprendeu, que poderia passar para as pessoas?
Nossa, já aprendi bastante coisa... Vou dizer duas, podem parecer clichê, mas aprendi isso na marra! 1. Dê valor as pessoas, antes que seja tarde demais. Para quem não sabe, perdi minha avó ano passado, e não foi fácil. Nunca a maltratei, sempre que pude, estive com ela e sei que ela sempre soube do meu carinho por ela, mas eu gostaria de ter estado ainda mais presente e ter dito algumas coisas a ela... agora não posso mais. 2. Não pense que todos são como você. Isso é muito verdade, às vezes você faria algo por alguém, abriria mão de muitas coisas e tal, mas não pense que a pessoa faria o mesmo por você.

6. O que você gosta de fazer nas horas vagas?
Mexer no celular e editar fotos, fato.

7. Quem é a sua maior inspiração? Por quê?
Hmmm... Depende do ponto de vista. Me inspiro em cada pessoa pra uma coisa, mas direi que é minha mãe, porque se um dia eu for metade do que ela é, estarei feliz!

8. Qual a dica que você dá para quem quer começar um blog?
Pense bem se terá tempo para dedicar a ele, tenha autonomia sobre os assuntos que abordar e seja original.

9. Qual a sua série favorita? Fale um pouco sobre ela.
FRIENDS! Quem não ama? A série conta a história de 6 amigos com personalidades diferentes, que moram em NY, basicamente. Mas nem preciso falar muito, todo mundo já deve ter assistido pelo menos um episódio né? hahah e minha segunda favorita (sei que era só uma, sos) é How I Met Your Mother, meu Deus, to na 7ª temporada e a cada segundo assistido meu amor só cresce, essa série mexe com todos meus sentimentos! No enredo Ted, um eterno romântico, está contando para seus filhos a história de como conheceu a mãe deles (ó o título aí), e essa história dura 8 temporadas, pois é! Acontecem várias aventuras, e tudo gira em torno dele e de seus 4 amigos. Recomendo as duas, muito!

10. Mudaria o nome do seu blog? Por quê?
Não, gosto muito dele e faz todo o sentido.

11. Se a sua casa pegasse fogo, qual seria o primeiro item que você salvaria (celular, livro...)?
Só um? Meu celular então!


Agora nomeio as próximas blogueiras:
1. Ellen Copetti: www.sorriaedigaxis.com 
2. Marcela Ayana:  http://miiramia.blogspot.com.br/
3. Walkyria Karolainy: http://blogmeninaousada.blogspot.com.br/
4. Caroline Pires Cadiz: http://carolcadiz.blogspot.com.br
5. Evelyn Santos: http://alguemprafalardelivros.blogspot.com.br/
6. Gabriela Oliveira: http://gastareomelhorremedio.blogspot.com.br/ 
7. Laura Nolasco: http://a-meninadajanela.blogspot.com.br/
8. Suzy Baleiro: http://senhoritasblogg.wordpress.com/
9. Sammy Nicolucci: www.sammynicolucci.com.br/ 
10. Thaís Oliveira: http://princesas-adoradoras.blogspot.com.br/
11. Caliane Amorim: http://www.rainhadecopas.com.br/

Perguntas:
1. Qual seu maior defeito e sua maior qualidade?
2. O que você mais gosta no seu blog?
3. Qual a viagem dos seus sonhos? Por quê?

4. Qual sua rede social favorita?
5. Fã de maquiagem, ou viveria sem?
6. Se pudesse voltar alguma tendência de moda, qual seria?

7. Conte um pouco da sua rotina.
8. Qual sua frase/citação favorita?
9. Uma saudade da infância.
10. O que você mais gosta de ler em um blog?
11. Um amor eterno...?


Regras:
1. Link de volta a pessoa que te nominou no seu post.
2. Responda todas as perguntas que te deram.
3. Nomeie 11 blogueiras com menos de 200 seguidores para o prêmio.
4. Pense em 11 perguntas originais para os seus nominados responderem.

Obrigada pelas peguntas, Pati, adorei responder! Espero que vocês tenham gostado das minhas respostas também :)

Sobre tempo, espaço e uma cabine de polícia

Ilustração: Deviantart

Qualquer coisa relacionada à ficção científica chama a minha atenção, principalmente quando viagem no tempo é envolvida, e devo isso a uma coisa chamada Doctor Who. Acho que todo mundo que me conhece sabe como eu adoro essa série, e como ela é especial pra mim. É de longe a série que me deixa mais animada na expectativa pra cada episódio, e mais entretida quando é lançado. 

Eu comecei a assistir Doctor Who em 2011, quando a quinta temporada ainda ia ser lançada. Lembro que foi meu irmão que descobriu a série e colocou na TV para ver, e eu e minha irmã estávamos de bobeira e resolvemos assistir junto. Quando o primeiro episódio terminou eu fiquei pedindo para ele colocar mais, e foi assim que em cerca de um mês nós três assistimos quatro temporadas. 
A série surgiu há um bom tempo atrás, em 1963, então em 1989 foi cancelada, até que fizeram um filme em 1996, e em 2005 finalmente a série teve continuidade amém. O período entre 1963 e 1989 é chamado de série clássica, e eu infelizmente ainda não assisti muita coisa, mas é uma das minhas metas de vida (haha). 

Doctor Who é uma série sobre muitas coisas, mas é importante ter em mente que mudanças sempre estão envolvidas. Então, se você é daqueles que se apega muito aos personagens, aconselho a não fazer isso com Doctor Who. Normalmente, quando se fala em mudança em séries que eu assisto eu fico com receio, mas com essa é diferente. Ao mesmo tempo em que me envolvo com os personagens e as situações, eu espero ansiosamente pelas mudanças que estão por vir. O próprio protagonista está sempre mudando – regenerando, ou seja, toda vez que ele está prestes a morrer, ele muda de corpo –, e assim muda o ator. Para mim as mudanças são o ponto principal, o que faz a série ser tão importante e durar tanto tempo. Claro, se fosse o mesmo ator a série nunca teria 50 anos, mas não apenas por isso. Mudar atores, principalmente protagonistas, é uma tarefa muito difícil de fazer dar certo, mas com Doctor Who dá porque é bem pensado, e a continuidade nunca deixa a desejar. 

Fora isso, Doctor Who é basicamente sobre um alienígena que viaja no tempo e espaço com algum companion. Parece bobo falando assim, mas a série tem um conteúdo muito rico. Particularmente, adoro como a série tem a possibilidade de incorporar fatos e personagens históricos ao mesmo tempo em que tem a possibilidade de criar novos planetas e diversas teorias, tudo isso graças à viagem no tempo. Além disso, apesar de ser sobre um cara que viaja numa cabine telefônica inglesa dos anos 50 que é maior por dentro e isso parecer uma coisa super viajada, Doctor Who consegue ter uma pontinha de realismo. Claro, tudo de acordo com o universo da série, mas eu não vejo esse universo como uma coisa inalcançável, digamos assim. Não que eu acredite em alienígenas e tudo mais, acho que só assistindo pra entender de fato, mas a série tem algo real, algo possível de fazer todo mundo se identificar. A ideia de pessoas comuns, com empregos e vidas comuns, descobrindo que podem ser muito mais do que acreditavam que poderiam ser quando viajam com o Doctor, é fascinante pra mim. Doctor Who, de alguma forma, me mostra que qualquer pessoa é importante, especial e pode ser muito mais do que aparentam ser, e é isso o que me chama mais atenção no meio de tanta coisa nessa série. 


Eu poderia falar muito mais, de verdade. Doctor Who é a série de ficção científica mais longa e mais bem sucedida do mundo, um símbolo da cultura popular britânica, influência de diversos outros programas televisivos por aí, e, um fato talvez não tão importante assim, a minha série preferida. Eu sei que talvez não tenha ficado tão claro o enredo da série, sinceramente eu acho confuso explicar. É difícil colocar 50 anos em poucas linhas. Tentei de uma forma pessoal explicar meu amor pela série, e talvez assim convencer vocês a assistirem e compartilharem desse amor comigo. Ou talvez lembrarem um pouquinho de outras séries que vocês têm esse mesmo carinho. Mas, se você gosta de aventura e boas histórias, vale a pena assistir. 


"All of time and space; everywhere and anywhere; every star that ever was. Where do you want to start?"




Troca-Troca: The Blacklist


Como vocês sabem eu e a Marcella trocamos indicações de séries semana passada: eu fiz ela assistir o pilot de My Mad Fat Diary (clique aqui para ver o post dela) e, em troca, eu tive de assistir o primeiro episódio de The Blacklist. Antes de ela falar qual seria a série que eu teria de ver, fui questionada sobre problemas com cenas de sangue e séries policiais, admito que estremeci só de pensar em assistir algo do tipo, mas não sei como desconfiei do gosto da minha irmãzinha (<3) sendo que ela é igualzinha a mim e sabe muito bem do que eu gosto e do que não gosto. Então, não foi surpresa quando, logo depois de assistir 5 minutos do primeiro episódio de The Blacklist, me encontrei completamente envolvida pela trama e pelos personagens, tentando desvendá-los na primeira oportunidade e duvidando deles mais do que deveria, hahah. 

Bom, pra quem não conhece a história a série começa com Raymond "Red" Reddigton, um criminoso que viveu escondido durante 20 anos, rendendo-se ao FBI e prometendo ajudá-los a capturar criminosos que estão em sua Blacklist, tais quais o FBI mal sabe da existência. Isso com algumas exigências, claro. A primeira é que ele só falaria algo na presença de Elizabeth Keen, a profiler novata do FBI, por razões ainda desconhecidas; e, a segunda, de que eles teriam de agir conforme Red dizia. Obviamente, houveram controvérsias, mas como a própria série diz: Never trust a criminal... until you have to. 

Durante os 3 episódios que eu vi (não, não aguentei esperar e vi 3 de uma vez hehe) não pude deixar de ficar fascinada pelo Red, seu jeitinho criminoso de ser e suas ironias constantes. Desde o primeiro segundo, assim como o FBI, fiquei esperando para pegá-lo no pulo e finalmente ter a certeza de que ele não presta, mas até agora Red tem se mostrado um jogador admirável e também tem me cativado cada vez mais. Posso dizer que ele é aquele personagem que a gente ama odiar. Melhor: é aquele personagem que a gente odeia amar. 

Sobre as cenas de sangue, juro que fiquei tão curiosa com a história que mal me incomodei com os poucos momentos angustiantes que vi, hahah. 

Eu super recomendo essa série, mesmo só estando no terceiro episódio da primeira temporada (espero mudar isso nesse final de semana, hehe). Espero que vocês se surpreendam com todas as jogadas de mestre do Red e se apaixonem pela trama assim como eu e a Cella! Beijos e até mais.

Troca-Troca: My Mad Fat Diary


Não sendo o suficiente assistir a “apenas” cinco séries regularmente ― Sleepy Hollow, Grimm, The Blacklist e Sherlock, mamãe sente falta de vocês! Saiam logo do hiatus! ― propus à minha querida Giulia, a quem chamo carinhosamente de sista, a trocarmos séries, assim como a minha irmã de 8 anos troca figurinhas.
Recebi como missão ver My Mad Fat Diary. Não me é um programa muito estranho, afinal para quem vive em redes sociais, o que é o meu caso, MMFD já perambulou pelo menos uma vez pelo feed ― ou, recentemente, várias vezes, já que a série simplesmente virou um estouro.
Sou muito fã de séries intensas, todas as que eu vejo estão de algum modo relacionadas a suspense, mistério, sobrenatural ou todos esses três itens juntos. Então assistir a algo que demonstra situações cotidianas, que é o caso de My Mad Fat Diary, é um baita desafio pra mim.
Aos familiarizados com MMFD, podem pular para as minhas primeiras impressões, mas aos novatos, deixo aqui a minha breve sinopse: Rachel Earl é uma adolescente normal de 16 anos: gosta de flertar, repara em garotos, tem pensamentos constrangedores e pontua a maioria de suas frases com palavrões. Ela ser uma adolescente acima do peso não tiraria o seu crédito, mas o fato de que Rae acabou de sair de uma clínica psiquiátrica justamente por isso é muito a se considerar. A série vai girar em torno de sua readaptação ao mundo do qual ficou reclusa por 4 meses, seus altos e baixos, seus erros e suas tentativas de acertar o seu rumo. Tudo isso bem ― ou mal, depende do seu julgamento ― acompanhada de seus (novos) amigos.
Por enquanto apenas vi o episódio piloto da série, mas como Kester ― o terapeuta substituto da Rachel ― disse: dá para dizer bastante sobre a personalidade de uma pessoa nos primeiros cinco segundos que a conhece. Aplicando esta teoria nessa situação: o episódio piloto definirá o que o programa será para você. Porém, também tenho uma teoria: os primeiros episódios não fazem jus a nenhuma série ― e isso vem de uma garota que já viu, ao todo, 22 séries em dois anos e dessas 22 abandonou 17. Portanto seria perigoso comentar algo sobre MMFD sem ter visto pelo menos o segundo episódio, mas depois que risquei 5 itens dos 8 motivos para ver My Mad Fat Diary logo de cara, achei que estava indo no caminho certo.

Primeiras impressões:
·         Identificação. Por eu também ser uma adolescente gordinha cercada de gravetos ambulantes, me identifiquei logo de cara com a Rae. Embora a série se ambiente na década de 90, os problemas não são muito diferentes dos de 2014. Rachel também não faz a mínima ideia de como lidar com o sexo oposto e não consegue conter pensamentos constrangedores, o que define mais de 60% do meu dia.
·         Ruivas. A não ser na família Weasley, creio que nunca vi tantos ruivos em um só lugar. Não que eu esteja reclamando, sempre quis ser ruiva e tenho uma queda por ruivos, nunca escondi.
·         Fucking hot boys. Há garotos para todos os gostos, desde médicos gatos ― realmente gatos ― a idiotas musculosos. Apaixonei-me nos primeiros 10 minutos por um nerd, segundos depois entreguei meu coração a um taciturno mal-humorado.
·         Casos de Família. Como se não bastasse ter que enfrentar o mundo pós-reabilitação, Rachel ainda tem que lidar com a sua mãe que parece viver em uma eterna crise da meia-idade, ou seja, age feito uma menininha de 20 anos e não tem o mínimo senso do ridículo. E a sua nem-tão-mais-melhor-amiga que ganhou peitos enquanto Rae esteve fora e que, a meu ver, apenas tolera Rae por remorso. Sendo essas duas responsáveis por puxar o gatilho que levou Rachel à clínica psiquiátrica.

Os 5 porquês:
1º: O sotaque britânico me ganhou de cara. Sou apaixonada por Sherlock, da BBC, e já dei umas olhadinhas em Doctor Who, e uma vez que você prova o gostinho de uma série britânica, não quer outra coisa.
2º: Juntando a vida atribulada de segundo ano do ensino médio e todas as pressões de ser um formando no próximo ano, com o bendito hobbie (ou compulsão, chame do que quiser) de ver séries, uma série com poucos episódios é a definição de utopia. MMFD tem 6 episódios na primeira temporada e 7 na segunda. 10 points to My Mad Fat Diary!
3º: Como a série se passa nos anos 90, a trilha sonora não poderia ser ruim nem que tentasse.
4º e 5º: Por ser baseado em uma história real não dá aquele ar sensacionalista e cinematográfico de querer chamar a atenção. Criamos uma intimidade com a história e nos sentimos livres para nos identificarmos, afinal não é só mais um drama adolescente, é real, aconteceu e há um livro para provar.

Definitivamente continuarei a acompanhar a série. Embora o futuro dela seja meio incerto, não me sentirei intimidada em devorar o restante da temporada. Mandarei esse status “na bolha” para o raios! Vou preparar a minha manta de microfibra, separar algumas barras de chocolate ― desculpe, Rae! ― e me acomodar na minha cadeira, pronta para uma maratona de MMFD.
Giu sabia bem do que estava falando quando disse que eu ia gostar. Acertou em cheio, sista!

Toodle pip,
Marcella.


8 motivos para ver My Mad Fat Diary


Oi, gente, tudo bom? Nesse post eu pretendo cumprir uma missão: fazer com que todos vocês fiquem loucos de vontade de assistir My Mad Fat Diary, uma série britânica que ganhou o meu coração. Bom, antes apresentar os meus argumentos, acho bacana falar um pouco sobre a história da série heheh.

Situada na década de 90, My Mad Fat Diary conta a história de Rae (Sharon Rooney), uma adolescente de 16 anos que acabou de sair do hospital psiquiátrico, onde se internou para cuidar de seus problemas alimentares e mentais. Depois de um bom tempo sem ver seus amigos, Rae se sente insegura com a sua volta à vida medíocre que levava em Lincolnshire, isso até reencontrar Chloe (Jodie Comer), sua antiga melhor amiga que é mais bonita, mais charmosa, mais bam bam bam que não sabe o que aconteceu com ela.

Nesse reencontro, Chloe a apresenta aos seus novos amigos, e assim Rae vê uma oportunidade tentar regularizar a sua vida no meio do caos de seus sentimentos e das loucuras de sua mãe (Claire Rushbrook), sem deixar de lado seus desejos de uma adolescente comum, seu bom humor e seu maravilhoso gosto pra música.

Agora chega de blá blá blá, vamos ao que interessa!

1. O sotaque britânico
Apenas.

2. O elenco
Agora falando sério, hehe.
Não sou dessas que analisa o elenco antes de ver uma série. Na verdade, acho que ninguém é assim. Mas devo confessar que uma das razões pelas quais eu me interessei por MMFD foi esse conjunto de rostinhos bonitos (e novos) que o programa traz. Sharon Rooney, Jodie Comer, Ciara Baxendale, Dan Cohen, Jordan Murphy, Nico Mirallegro, entre outros, são atores poucos conhecidos aqui (pelo menos eu não reconheci ninguém, exceto o Ian Hart, que fez o Professor Quirrel em Harry Potter hehe) e isso foi um diferencial que me chamou bastante a atenção.

3. A trilha sonora
Queridos, a série se passa na Inglaterra da década de 90. Sendo assim, a maior parte da trilha sonora traz músicas de bandas como Oasis, Weezer, Blur e Stone Roses. Preciso falar mais? Acho que não.

4. A série é curta
Isso é um pró e um contra ao mesmo tempo, mas vamos lá. My Mad Fat Diary tem só duas temporadas, sendo que a primeira tem apenas 6 episódios e a segunda 8, cada um com aproximadamente 47 minutos de duração. Nesse friozinho das férias, dá pra matar a série em dois dias, no máximo. O lado ruim disso é que você vai querer mais e só vai ficar querendo mesmo, já que a terceira temporada ainda não foi confirmada. Damn you, E4.

5. Quebra de esteriótipos 
Vocês podem achar que eu tô de brincadeira, já que se trata de uma série cuja protagonista é uma adolescente obesa que tem uma auto estima lá embaixo, mas não é só a Rae que sofre com a insegurança. Em MMFD temos a oportunidade de ver a patricinha passando pela mesma coisa, sentindo-se mal ao ver a suposta confiança da protagonista. Também podemos ver o garanhão menino popular se apaixonando pela gordinha, entre outras situações.

6. A identificação com os personagens 
Isso já acontece ao ler "adolescente com problema de auto estima, falta de confiança, blá blá blá", mas é algo maior do que isso, e talvez até mais real (e tem como ser mais?). Como eu disse lá em cima, a Rae tem alguns desejos a maioria das adolescentes tem, logo, podemos acompanhar alguns pensamentos vergonhosos que ela tem em relação aos garotos, às relações amorosas que ela gostaria de ter e coisas do tipo. Juro, algumas coisas que ela diz me fazem sentir vergonha por ela, mas daí eu percebo que também penso as mesmas coisas, só não as compartilho com alguém porque eu tenho bom senso não tenho tanta coragem como ela, rs.
Outra coisa que eu achei muito bacana quando vi, porque achei que era a única que fazia isso, é que a Rae tem a mania do "se eu acertar essa bolinha de papel no lixo, fulaninho vem falar comigo", daí ela joga a bolinha 50 vezes até acertar e poder dormir em paz. Gente como a gente, viu?

7. Você não vai sentir pena
É um motivo um pouco estranho, mas vamos lá. Quando eu comecei a ver a série, pensei que fosse mais uma história boba de superação, mais um conto de fadas que vemos em novelas (oi, Persefone) ou lemos em fanfictions da vida, em que a protagonista gordinha é sempre vítima da sociedade. Não, em MMFD não acontece isso. Ok, talvez um pouco, mas não é como se você tivesse vontade de torcer pra que tudo dê certo com a Rae porque, afinal, ela já sofreu muito tendo que lidar com seus problemas e com o hospital, etc, etc. Na verdade, você tem vontade de jogar ela de um penhasco por causa de algumas atitudes que ela toma, vontade de ensinar a ela o caminho correto a seguir, de dizer a ela que o que passou, tá no passado, de abraçá-la e estapeá-la ao mesmo tempo, como se ela fosse sua melhor amiga. Eu não sei se isso faz sentido pra vocês, mas faz pra mim e é isso aí.

8. É baseada em uma história real
Sim, sim! A série é uma adaptação do livro My Fat Mad Teenage Diary, que é uma coleção dos diários que a verdadeira Rachel Earl escreveu na sua adolescência. Vale lembrar que, como MMFD é uma adaptação, várias coisas da história real sofreram alterações, personagens foram criados e situações foram "amenizadas". Algumas resenhas do livro feitas por fãs da série dizem que, na realidade, o mundo da Rae não era tão "rosa" como é retratado na TV.

É isso, pessoal, espero que eu tenha conseguido convencer pelo menos um de vocês! Se eu tiver cumprido a minha missão, por favor, deixem aí nos comentários quais são as suas expectativas pra série, ou o que você achou dela. Caso algum de vocês já acompanhe My Mad Fat Diary, me chama pra gente bater um papo hahah.



 
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