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Lente criativa: Partes de mim

Foto: Moyan Brenn
Essa é a segunda vez que participamos desse projeto super legal que é o "Lente Criativa". (Se não viu o tema de Fevereiro, corre aqui). Esse mês tivemos o desafio de fotografar "Partes de mim", e nós 4 participamos, cada uma com uma foto. O tema é muito abrangente e pode ser interpretado de muuuitas formas, essa foi a que escolhemos. Espero que gostem do resultado :)

May, Isa, Alê Ramalho e Alê Gama.
Como seria uma foto que representasse uma parte de você? Deixem aqui nos comentários o que acharam, e não deixem de visitar outros posts sobre o tema: 

Beijos!

Foto(grafia)

Oi, meus amores! Um dos temas da blogagem coletiva de março do grupo Coisas de Blogueiras é o "Foto(grafia)" que consiste em fazer um texto inspirado em uma foto. Logo que eu vi esse tema eu já amei e quis fazer o mais rápido possível, então aí está! Espero que vocês gostem e me contem depois nos comentários se vocês também têm uma foto muito especial e que com certeza renderia um belo texto! Beijinhos ♥

Confiram também os posts dos blogs: Conversas Feminiinas e Bilhete da Garrafa.

Talvez pensem que a importância dessa foto seja simplesmente a paisagem radiante do sol nascendo no mar, algo não muito improvável, já que eu sou uma eterna apaixonada pelas belas paisagens que o céu nos da o privilégio de presenciar. Mas essa foto vai além disso, essa foto explica, implicitamente, o meu amor por quem está nela. Não era um dia qualquer, era o primeiro dia do ano de 2015 e como de costume (nem tão antigo assim) eu faço questão de ficar acordada na virada do ano, não para ver as queimas de fogos e tudo mais, mas sim para poder ver o sol raiar no mar, porque é uma das melhores sensações do mundo que alguém pode ter, todos deveriam passar por isso pelo menos uma vez na vida. Não estava somente nós, ali havia muitas outras pessoas importantes pra mim, mas reservei esse tempo para falar do plural que me aventurei a fazer parte. A imensidão do meu sentimento, provavelmente, ultrapassa até mesmo a imensidão deste mar que nos cerca e talvez seja tão intenso quanto o sol pela manhã. Talvez não seja tão sincronizado como as ondas do mar, porque de certo não são os dias de calmaria que nos define, mas afinal o que seria da praia sem os dias de ventania? Em alguns dias as ondas quebram mais forte, mas nem isso evita que as pessoas entrem na água, porque nem só de ondas fracas se faz o mar, não é?! Certos dias é necessário força para enfrentar as ondas grandes, mas se você mergulhar de cabeça tudo acaba ficando mais fácil. O amor pra mim é tão profundo quanto o oceano: em alguns dias é necessário ter mais fôlego que em outros, mas quem disse que perder o ar algumas vezes na vida não faz bem?!

Lente criativa: Arquitetura

Foto: Moyan Brenn

E por ser uma amante de fotografia e ser metida a aspirante de fotógrafa (mesmo entendendo só 1% da parte técnica da foto), resolvi participar de um projeto fotográfico chamado "Lente Criativa". O tema desse mês é arquitetura, então mandei umas fotinhas para a Isa dar uma tratada e aqui estão elas. Espero que gostem :)


Essas duas primeiras são do centro antigo de Recife - PE.

Jardim botânico do Rio de Janeiro <3 (foto do celular)

Michigan Ave, Chicago - IL (e ainda é spoiler do meu Diário de Viagem que tá vindo aí, shhh)

Eita pessoa que gosta de viajar né? hahaha Adorei participar deste tema. Deixem aqui nos comentários o que acharam, e visitem também outros posts sobre o tema: Vivendo Entre "Aspas" - Meu Olhar Mágico - Infinito Esperado

Beijos!

Um cantor do passado que eu queria trazer para o presente


Quando a Isa me mostrou que um dos temas de blogagem coletiva desse mês no Rotaroots era "Uma banda do passado que eu queria trazer para o presente" a primeira coisa que eu falei foi "EU QUERO". "Achei a sua cara", ela disse. Me conhece bem essa menina.

Porém, matutando aqui na minha cabeça sobre qual banda falar, me surgiram várias. The Beatles, The Doors, The Smiths, The Organ, blink-182, Nirvana, A Rocket To The Moon, The White Stripes, entre outras tantas bandas boas por aí que acabaram e eu não tive nem a oportunidade de ver ao vivo (ou tive e desperdicei, como A Rocket To The Moon, mas isso aí é outra história). Também me passaram pela cabeça as bandas que eu escutava na infância, como os Jonas Brothers, RBD e até Rouge. Ah, como eu gostaria de ter a chance de ir em um show da Rouge! Acho que se elas voltassem eu iria no show e dançaria Ragatanga na maior felicidade mesmo com 20 anos na cara.

Mas depois de pensar tanto e tanto, decidi que eu não queria falar de uma banda, mas sim de um cantor solo que eu gosto demais e fico muito triste em saber que ele não tá mais aqui, e é por isso que eu adaptei o tema para "Um cantor do passado que eu queria trazer para o presente". E o dito cujo é: Jeff Buckley. Então, eu acredito que bastante gente não conheça meu queridíssimo, então vou situá-los sobre quem é este homem.

Jeffrey Scott Buckley nasceu em 1966 na Califórnia, no país querido da nossa mocinha Alessandra Gama, Estados Unidos. Sua influência musical surgiu na infância através de seu pai, que morreu quando ele tinha apenas 9 anos. Tim Buckley era cantor, e quando Jeff cresceu, resolveu seguir na carreira musical como o pai, mas com medo das comparações, começou apenas como guitarrista, e só em 1991 resolveu soltar a voz, em um show de homenagem ao seu pai, e a partir daí recebeu convites pra gravar e tudo mais. Em 1992 assinou contrato com uma gravadora, e em 1994 lançou seu primeiro álbum, Grace.

Aí é que entra a parte de eu querer trazê-lo para o presente. Em 1997 o Jeff morreu afogado enquanto nadava em um rio, e existem várias discussões sobre ele ter morrido afogado mesmo ou se suicidado. Mas tendo morrido em 1997, Jeff lançou apenas um álbum, esse que fez muito sucesso, foi super elogiado pela crítica e tudo mais, e esse que é um dos meus álbuns preferidos no mundo. Sério, esse álbum é amor e se eu tivesse que fazer uma lista de 10 álbuns preferidos da vida, com certeza estaria no meu top 5. Depois da morte do Jeff, foram lançadas algumas compilações e um álbum póstumo, que é formado por músicas que ele estava gravando para o que seria seu segundo álbum, que não foi finalizado.

Eu tenho muita muita muita curiosidade de saber como seria esse álbum se ele tivesse sobrevivido. Tipo, MUITA. Porque a história conta que, antes de morrer, ele não estava satisfeito com o que tinha gravado e resolveu compor novas canções, e foi aí que ele morreu. Fico imaginando o que ele teria feito com esse álbum, e com todos os outros álbuns que ele faria posteriormente, levando em consideração que Grace é tão bem criticado, tendo gente que considera um dos melhores álbuns de todos os tempos.

E outra que eu queria TAAAAAAAAANTOOOOOO ir a um show desse homem, cara. Invejo muito todo ser humano que teve essa oportunidade um dia, porque cara... CARA. Fico só imaginando ouvir "Lover, You Should've Come Over" ao vivo. Ou a versão dele de "Hallelujah". Ou qualquer coisinha. Esse cara era demais, e tenho dito. Ocupa a minha lista de "pessoas que não deveriam ter morrido" em primeiro lugar e é dono das minhas lágrimas de saudade de uma época que eu nem vivi.

Bom, então é isso, mesmo com muita dor no coração de não trazer The Smiths ou as Spice Girls pra eu poder ouvir Wannabe ao vivo e cantar como se não houvesse amanhã, entre todos os cantores/bandas que eu poderia escolher, se eu tivesse a chance de trazer um para o presente, esse seria Jeff Buckley, sem arrependimentos.

E quem vocês trariam?



Esse post faz parte da Blogagem Coletiva do RotaRoots, um grupo de blogueiros que têm como objetivo resgatar a época de ouro dos blogs pessoais e incentivar a produção de conteúdo criativo e autoral. Para ler todas as nossas blogagens coletivas, clique aqui.

Carta para meu antigo eu


Oi gente! Bom... Esse post é parte de uma Blogagem Coletiva. O tema é o seguinte: escrever uma carta para meu antigo eu. Achei simplesmente DEMAIS essa ideia de enviar uma carta para a Mayelle do passado (não tão distante haha). Haviam três temas que eu poderia escolher, mas me apaixonei por esse e aqui vai:

"Oi eu-de-seis-anos-atrás! Gostaria de começar essa carta avisando uma coisa: tudo vai melhorar. Eu sei que agora isso pode parecer difícil e que você sente que todas essas coisas ruins jamais irão embora... Mas daqui uns anos, você irá olhar para trás e ver o quanto foi forte. Sabe esse medo? Aquele que te impede de fazer coisas que parecem tão simples? Você vai dar o máximo para enfrentá-lo e eu juro: irá se sair super bem. Eu sei que terão VÁRIOS tropeços, mas não se deixe abalar. Levante a cabeça e tente mais uma vez, por mais complicado que seja. Eu sei o quanto dói, então vai aqui um conselho: pare de pensar nos outros, foque mais em você. Sabe, queria que você percebesse cedo o quanto a vida é boa se você tiver vontade de viver. Faça o que tem vontade desde já, não deixe para depois. 
Ok, agora deixando os assuntos pesados de lado, deixa eu te contar que a vida no futuro, com faculdade e estágio, ficará bem corrida. Você poderia começar umas coisinhas para depois não enlouquecer hahaha.
1. Larga essa preguiça e vá fazer um curso de inglês.
2. Larga essa preguiça e vá ajudar a mãe com as tarefas de casa.
3. Larga essa preguiça e comece a fazer um curso de dança.
4. Falando em curso, você deveria procurar um de teatro, viu?
5. Pare de ser tão tímida. Perceba desde já que você não deve nada a ninguém, apenas seja você mesma.
Enfim, eu teria milhões de coisas para dizer. Poderia alertá-la sobre diversas situações, mas aí você não aprenderia tanto. Porque por mais difícil que a vida possa ser, ela está aí para nos trazer lições. Se eu desse todos os conselhos para você não errar, eu tiraria o seu gosto de viver e não seria tão legal. Então termino essa carta dando apenas um último conselho: aproveite o agora, aprenda com o passado e acredite no futuro!"


Este tema é da Blogagem Coletiva do grupo Coisas de Blogueiras, e também é presente no Rotaroots.
 
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